RIO DE
JANEIRO
RECADO DA ARTISTA PLÁSTICA SONIA MADRUGA
Queridos amigos:
A estréia desta vez tem um cenário muito carioca: a Feira
Hippie de Ipanema. Todo domingo vou estar lá, apresentando minhas aquarelas,
levando meu colorindo!
A Prefeitura realizou recentemente concurso para ampliar e oficializar a participação de
artistas plásticos: com isso cerca de 120 artistas passam a responder
por esta espetacular mostra ao ar livre, todos os domingos. O alto astral reinante parece
compensar o pequeno desconforto das obra do Metrô que, segundo a placa local, sinaliza:
inauguração até final de 2009.
Domingo passado escolhemos oficialmente os nossos lugares: o meu
será, desde sempre, a bela estátua do escultor João Turim, bem no
centro da praça General Osório, em frente ao lago, foi um ponto de encontro: Luar
do Sertão é o nome da felina que passa a ser nosso ponto de encontro lá na
Feira Hippie.
Debaixo de sol, debaixo de chuva, tempo nublado - só vai ser tempo
bom!
O artista carioca Athos Bulcão morreu, aos 90 anos, na manhã
desta quinta-feira (31) no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília, por causa de uma
parada respiratória, segundo informações da Fundação Athos Bulcão. Seu corpo ainda
está no hospital.
Bulcão havia completado 90 anos no dia 2 de julho. Ele já
não trabalhava por causa do tratamento para mal de
Parkinson. Estava internado há dois anos no Sarah.
Athos foi amigo de alguns dos mais importantes artistas brasileiros
modernos, os maiores responsáveis por sua formação, como Carlos Scliar, Jorge Amado,
Pancetti, Enrico Bianco - que o apresentou a Burle Marx -, Milton Dacosta, Vinicius de
Moraes, Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Ceschiatti e Manuel Bandeira, entre
outros.
Museu de
Arte Moderna do Rio de Janeiro
Abertura: 06 de agosto de 2008, às 19h
Visitação: 07 de agosto a 07 de setembro de 2008
Realização:
Istituto Italiano di Cultura do Rio de Janeiro
e Embaixada da Itália no Brasil
Curadoria: Enzo Di Martino
O MAM Rio e o Istituto Italiano di
Cultura do Rio de Janeiro apresentam a mostra "Mimmo Paladino Obra
Gráfica", com 30 obras do importante artista contemporâneo italiano
produzidas sobre papel em grande formato, em várias técnicas de gravura (água-forte,
serigrafia, litografia e xilografia), no período de 1992 a 2003.
Paladino nasceu em Paduli
(Benevento, Itália) em 1948, e hoje vive entre Paduli, Bolonha e Milão. Junto com Sandro
Chia, Francesco Clemente, Enzo Cucchi e Nicola de Maria, Paladino protagonizou o movimento
conhecido como transavanguarda italiana na década de 1980. Os artistas
do movimento, reunidos ao redor da figura do crítico Achille Bonito Oliva, propunham um
retorno à pintura em resposta ao que consideravam o esgotamento definitivo dos planos
inovadores da vanguarda. Esses artistas encarnaram a mais significativa volta à pintura
expressionista, como reação ao minimalismo e à arte conceitual dos anos 1970 e ao
materialismo da arte povera.
Jannis Kounellis
Expoente da arte povera inaugura
nova galeria no Centro do Rio
Galeria Progetti
Travessa do Comércio, 22, Arco do Telles,Centro, Rio de Janeiro
Abertura: 02 de agosto de 2008, às 11h Visitação: 05 de agosto a 01
de novembro de 2008
Faleceu, no último dia 11 de julho, o pintor,
desenhista, gravador. Antonio Maia. O artista nasceu em Carmópolis (SE) em 1928 e viveu a
infância no interior sergipano, o que contribuiu para o desenvolvimento de uma temática
sua ligada à religiosidade popular do Nordeste. Transfere-se para o Rio de Janeiro em
1955, ali exercendo a atividade de pintor e adotando como estilo o abstracionismo
informal. Faz pesquisas de textura entre 1955 e 1963. Realiza sua primeira exposição
individual em Cataguases MG, em 1960. Ganha prêmio de viagem aos Estados Unidos em 1968,
patrocinado pela galeria do Instituto Cultural Brasil-Estados Unidos. Obras suas são
adquiridas pelo Museu de Ontario, Canadá, em 1973. Entre as exposições das quais
participa destacam-se: Salão Nacional de Arte Moderna, várias edições entre 1959 e
1969; Bienal Internacional de São Paulo, 1965/1967; Arte Agora II/Visão da Terra, no
Museu de Arte Moderna, MAM/RJ, Rio de Janeiro, 1977; Bienal Latino-Americana, São Paulo,
1978; Panorama da Arte Atual Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1983; Coleção Gilberto
Chateaubriand: Retrato e Auto-Retrato da Arte Brasileira, no MAM/SP, São Paulo, 1984; Eco
Art, no MAM/RJ, Rio de Janeiro, 1992.
MAM-SP
REVIVE A OBRA DE MARCEL DUCHAMP
Difícil encontrar evento mais adequado para celebrar o 60.º
aniversário do Museu de Arte Moderna em São Paulo (MAM) do
que a exposição Marcel Duchamp: Uma Obra Que Não é Uma Obra de Arte.
Além de lançar um olhar atento e iluminador sobre a obra de um dos
artistas mais importantes do século 20, a mostra que será aberta nesta terça-feira,
15/07/2008, para convidados e na quarta para o público é uma boa ocasião para refletir
sobre alguns aspectos essenciais da modernidade, tema que a instituição pretendia
acompanhar desde sua fundação.