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Pequeno vocabulário
da gíria portuguesa

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Termos de gíria, embora necessários na linguagem coloquial para quebrar a formalidade e dar mais colorido a uma conversação, precisam ser levados com muito cuidado, pelas características especiais que apresentam. Eles podem ser nacionais ou apenas regionais;  podem atender à necessidade de um período na vida de um país, para depois cair no mais completo esquecimento;  podem se tornar, como muitas vezes se tornam, termos de baixo calão, usados eficientemente em umas rodas e vetados por completo em outras; ou podem ser jargões de um determinado segmento, como policiais, bandidos, motoristas de ônibus, coveiros, etc., embora desconhecidos do restante do público.  Então, decidimos inclui-los em uma secão à parte, para que sejam testados, analisados e comentados pelos visitantes, especialmente pelos que vivem a realidade do dia-a-dia em Portugal. Qualquer acréscimo, correção ou observação poderão ser encaminhados para joaocarlos@consultarte.com


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À rasca =
em dificuldades financeiras ou de outra ordem; aflito.
À seca = pronuncia-se séca. Estar muito tempo à espera de alguém, de um transporte público ou de atendimento num estabelecimento. Costuma dizer "Levar uma seca" ou "Deu-me uma seca". Também, se usa na acepção de chatice: esse cara é uma seca, ou seja, é um chato.
A última Coca-Cola do deserto = gíria portuguesa que equivale no Brasil ao dito "o rei da cocada preta" ou "o Ó do Bobó".
Abébia = na gíria, quer dizer mentira; o mesmo que tanga; couros.
Agarrado = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer dependente de uma ou mais drogas; o mesmo que papétrio, adicto.
Água = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: policia: "vem aí a água".
Alterne = gíria que quer se referir à prática de aliciamento ao consumo de bebidas e por vezes à prostituição em bares e salas de diversão noturna.
Atacar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: prostituir-se.
Ataque = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: prostituição.
Atracar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: puxar e travar o fumo da maconha e similares.
Bacalhau = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: "dar um bacalhau": injetar heroína, o mesmo que chuto, caldo, balázio, badalo.
Bacano = gíria portuguesa equivalente à gíria bacana no Brasil, palavra que exprime idéias apreciativas; bom; excelente; pessoa rica e requintada.
Badalo = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: injetar heroína; o mesmo que chuto, bacalhau, badalo, balázio.
Bafo chinesa = ou bafinho chinesa, na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: fumar heroína.
Balázio = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: injetar heroína; o mesmo que chuto, bacalhau, badalo, balázio.
Banhada = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: dar ou levar uma banhada: vender outra substância como se fosse droga. Pagar e não receber a droga. Conseguir no ato da compra, não a pagar, o mesmo que dar a boca, papa grupos, dar o banho, ferrado.
Baril = gíria portuguesa que equivale no Brasil à bacana; legal; agradável.
Bater um couro = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: mentir; contar uma história para obter dinheiro; o mesmo que abébia.
Bazar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: fugir; o mesmo que dar de pino; dar de frosques; sair de casa; desbroncar.
Besana = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: embriaguez; buba.
Bezana = na gíria portuguesa, quer dizer porre; bebedeira.
Bezegol = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: haxixe com muito óleo.
Bezerrar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: estar sonolento sob o efeito da droga.
Boa  como milho = na gíria portuguesa, equivale no Brasil a se dizer que a garota é uma gata, um avião, uma potranca, um broto.
Bobó = gíria portuguesa para sexo oral, que equivale no Brasil à gíria boquete. No Brasil, bobó é uma comida típica: bobó de camarão.
Boé = na gíria, quer dizer "muito", muita quantidade de alguma coisa; intenso.
Bófia = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: polícia, o mesmo que chui; monaria; moina; broa; chota; Judite; água (ver Ramona).
Boi = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: marijuana.
Borrachinho (gíria) = é como as homens chamam as mulheres jovens que acham bonitas.
Borracho = Na gíria portuguesa, mulher bonita.No uso normal também sinifica bêbado; bolinho de farinha e ovos amassados com vinho branco; pombo novo e implume.
Borregar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: adormecer; ficar sedado.
Broa= na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: estar sob o efeito da droga, curtir.
Buba = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: embriaguez; porre.
Broca= na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: cigarro de haxixe, maconha ou erva; o mesmoque charro, porro, tarolo, parampo, chamom.
Broche = sexo oral realizado pela mulher no homem.

Bufar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: denunciar; dedurar.
Burra = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: heroína, o mesmo que cavalo; castanha.
Buscar-se à vida = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: fazer expedientes para arranjar droga; o mesmo que "fazer-se à vida".
Caldar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: injetar-se com droga.
Caldo = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: dose de heroína injetável; o mesmo que chuto; picar; balázio; badalo; tirito; bacalhau.
Camelo = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: transportador internacional de droga; o mesmo que correio.
Carroça = na gíria portuguesa, quer dizer porre; bebedeira. Também significa, no sentido figurativo, pessoa vagarosa;
Cassete = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: cigarro de haxixe, maconha ou erva; o mesmo que charro, porro, tarolo, parampo, chamom.
Catado = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: estar preso; o mesmo que apanhado; detido; encanado.
Cavalete = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: heroína; o mesmo que panfleto.
Cavalo = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: heroína; burra; o mesmo que cavalete; panfleto; pó; tigre.
Chamom = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: haxixe; o mesmo que joint; parampo; charro.
Charrado = gíria portuguesa para "chapado".
Charrar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: fumar charros; o mesmo que ganzar.
Charro = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: cigarro de haxixe ou de erva; o mesmo que porro; tarolo; chamom; parampo; cassete.
Chonar = gíria portuguesa para "dormir".
Chavalo = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: jovem; gajo.
Chibar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: denunciar; dedurar; o mesmo que bufar.
Chibo = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: denunciante; dedo duro.
Chiça = gíria que, como interjeição, exprime desprezo, repugnância, protesto ou recusa.
Chilom = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: cachimbo para fumar droga.
Chinar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: agredir com faca ou canivete (vide chino).
Chino = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: canivete.
Chota = na gíria dos tóxico-dependentes, quer dizer polícia; chui; ramona; monaria; mono; água.
Chui = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: polícia; Judite; nívea; ramona; chota; monaria; mono; água.

Chuto = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: injeção endovenosa de droga; o mesmo que bacalhau; badalo; balázio; picar; caldo; fixo; meter.
Coca-Cola do deserto (a última) = gíria portuguesa que equivale no Brasil ao dito "o rei da cocada preta" ou "o Ó do Bobó".
Coche = pouco.
Coirão = gíria portuguesa para designar rameira velha; meretriz ou mulher feia.
Cota = gíria portuguesa para designar, entre outras coisas, o pai, a mãe ou outro adulto; equivale no Brasil a gíria "coroa".
Courão = gíria portuguesa para designar rameira velha; meretriz ou mulher feia.
Couros = na gíria, quer dizer mentira; o mesmo que tanga; abébia.
Crica = vulva; o órgão sexual feminino.
Curro = gíria usada pelos tóxico-dependentes, em Lisboa, para se referir ao haxixe.

Cuspir na chuva = na gíria portuguesa que equivale ao dito popular brasileiro "chover no molhado".
Dar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: consumir drogas; o mesmo que "dar na fruta"; "dar nela".
Dar a boca = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: enganar; trapacear; iludir; roubar na qualidade e na quantidade da droga vendida; o mesmo que tirar benefício material, bandeira, banhada, papa grupos, mal aviado.

Dar de frosques = gíria portuguesa que quer dizer "ir embora", "se mandar".
Dar de pino = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: ir embora; partir; sair do local; sair de casa; o mesmo que "dar de frosques", desbroncar, bazar.
Dar na china = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: fumar heroína; o mesmo que consumir chinesas.
Dar na fruta = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: droga-se; o mesmo que "dar".
Dar nela = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: drogar-se; o mesmo que "dar", "dar na fruta".
Dar uma esticada = gíria portuguesa para designar o ato sexual; transar.
Dar no cavalo = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: consumir heroína.
Dar no pó = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: consumir heroína.
Dar o banho = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: enganar; trapacear; iludir; roubar na qualidade e na quantidade da droga vendida; o mesmo que tirar benefício material, bandeira, banhada, papa grupos, mal aviado.
Dar uma passa = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: fumar maconha, haxixe ou erva.
Dar-se à morte = gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: denunciar-se; entregar-se.
Dealer= gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: vendedor de drogas; do inglês comerciante; o mesmo que controle ou dilar.
Desbroncar = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: fugir; bazar; o mesmo que dar de pino, dar de frosques, sair de casa.
Desmame= gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: "deixar de consumir drogas"; desintoxicar-se.
Desvainar-se= gíria que quer dizer: mudar de assunto.
Dilar= gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: vendedor de drogas; do inglês dealer, comerciante; o mesmo que controle ou dealer.
Drunfar= gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: estar sob os efeitos de hipnóticos ou outros sedativos, habitualmente associados à bebida alcoólica para aumentar o efeito da droga.

Drunfos=
gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: sedativos, hipnóticos.
Durez = rijeza; severidade; austeridade; insensibilidade; crueldade; na gíria portuguesa, significa a camisa de Vênus, camisinha, preservativo sexual.
Encanado=
gíria que quer dizer: estar preso; detido; catado; apanhado.

Engatar = gíria portuguesa que equivale no Brasil a paquerar, azarar, "dar em cima"; seduzir; conquistar; relacionar-se intimamente com alguém.
Estar careta= gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: aquele que não se droga, o mesmo que fechado, bétinho, estar fechado.
Estar com a moca = gíria portuguesa que quer dizer que a pessoa está sob o efeito de droga; drogado.
Estar fechado= gíria entre os tóxico-dependentes que quer dizer: aquele que não se droga, o mesmo que careta, bétinho, estar careta.
Esticada (dar uma) = gíria portuguesa para designar o ato sexual; transar.
Fatela= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: aquilo ou o que não presta.
Fazer uma cena= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: consumir drogas; o mesmo que "fazer um esquema".
Fazer-se à vida= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: expedientes que objetivam arranjar dinheiro para comprar drogas.
Ferrado= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: dose com menor quantidade de droga que o devido; o mesmo que mal aviado, banhada.
Flash-back= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: retorno de um quadro alucinatório, angustiante, algum tempo (semanas ou meses) após ter parado o consumo de drogas.
Flipado= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: estar fora da realidade.
Flipanço= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: perturbação psíquica grave, durável, provocada pelo consumo de drogas.
Flipar= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: enlouquecer.
Flipe= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: chateação, chatice, aborrecimento.
Formiga= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: passador de droga; o mesmo que correio.
Freak= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: consumidor de drogas injetáveis; o mesmo que janado, dar na fruta, junkie. Freak é o oposto de careta.
Frosques (dar de) = gíria portuguesa que quer dizer "ir embora", "se mandar".
Ganzá = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: droga; fumar droga; o mesmo que joint, charro.
Ganzado = gíria portuguesa para "chapado".
Ganzar = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: sentir o efeito da droga; fumar maconha ou haxixe.
Janado = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: drogado; o mesmo que freak
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Joint = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: droga; o mesmo que charro, ganza, chamom.

Judite = É o termo utilizado na gíria para se referir à Polícia Judiciária, que equivale no Brasil à Policia Civil, aquela que faz investigação dos crimes. Não é palavra usada para se referir outro tipo de polícia.
Mandar sabão = gíria que significa: sermão.
Meter = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: consumir droga por via oral ou endovenosa; o mesmo que chuto, fixo, bacalhau, badalo, balázio.
Milho (boa como) = na gíria portuguesa, equivale no Brasil a se dizer que a garota é uma gata, um avião, uma potranca, um broto.
Moca
1 = gíria portuguesa que designa traição. Estar com a moca, quer dizer que a pessoa está sob o efeito de droga; drogado.
Moca
2 = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: estar sob o efeito da droga; estar com a moca.
Monaria = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: polícia, chui, bófia, mono, judite, água.
Monga = gíria portuguesa para designar um indivíduo bobão, boboca. No uso normal também significa cacete; qualidade de café muito apreciado.

Mono 1 = na gíria portuguesa, quer dizer polícia. No uso comum, significa macaco; símio; indivíduo feio e estúpido; mercadoria que não tem venda; boneco de trapos; relativo a macaco;
Mono 2 = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: polícia, chui, bófia, monaria, judite, água.
Népia = gíria portuguesa para dizer que aquilo a que nos referimos não vale nada; uma porcaria.

Nóias = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: idéias prevalentes; medos; preocupações; paranóias.
Panfleto = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: pequena dose de heroína, embalada em plástico; o mesmo que cavalo, cavalete, papel.
Papar grupos = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: ser enganado; o mesmo que banhada, bandeira, dar a boca.
Papétrio = na gíria usada por tóxico-dependentes, quer dizer: dependente de uma ou mais drogas; o mesmo que agarrado, adicto.
Parampo= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: droga; o mesmo que charro, chamom, joint, passa.
Pedra (uma) = gíria portuguesa para dizer que aquilo a que nos referimos é muito bom, que é excelente.
Pedrado= gíria entre os tóxico-dependentes que significa: estar drogado com maconha, haxixe ou drogas sedativas; o mesmo que moca, pingo, stone.
Pessegão (gíria) = é como as mulheres chamam os homens que acham bonitos.
Pingo = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: estar sob o efeito da droga; ficar a pingo; ficar completamente fora do ar; o mesmo que partir, pedrado.
Pintão = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: medroso; "cagão".
Piroso = gíria portuguesa para dizer que aquilo a que nos referimos é cafona, fora de moda, que não se usa mais.
Pitinho = gíria portuguesa para designar uma ninfeta.
Pito = no popular quer dizer vulva, a parte exterior do aparelho genital feminino.
Ponta = entre outros significados comuns ao Brasil, quer dizer excitação sexual.
Porro = gíria usada por tóxico-dependentes que quer dizer: cigarro de haxixe, maconha ou erva; o mesmo que charro, porro, tarolo, parampo, chamom.

Queca = gíria que quer dizer: ter relações sexuais, dar uma queca.
Ramona = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: polícia, chui, mono, água (
esta palavra usa-se para se referir à polícia como corporação e não ao policial pessoa física). Confronte com «bófia» e «judite».
Ressacar = na gíria portuguesa significa curar um pileque.
Sabão = gíria que significa: sermão.
Sniff = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: aspiração nasal de cocaína, heroína, colas ou solventes.
Sniffar = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: aspiração nasal de cocaína, heroína, colas ou solventes.

Soruma = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: erva, haxixe, maconha de Moçambique.
Tanga = gíria entre os tóxico-dependentes que significa: mentira; o mesmo que história, abébia e couros.
Tarolo = gíria usada por tóxico-dependentes que quer dizer: cigarro de haxixe, maconha ou erva; o mesmo que charro, porro, parampo, chamom.
Tia = gíria portuguesa para designar uma socialite ou um perua.
Tirito = gíria usada por tóxico-dependentes que quer dizer: aplicação de heroína injetável; o mesmo que caldo e chuto.
Tripar = gíria usada por tóxico-dependentes que quer dizer: estar sob o efeito de alucinógenos; o mesmo que pedrado, moca, stone, viagem e flash.

Tripé = gíria usada por tóxico-dependentes que quer dizer: drogar-se com LSD (pastilha). Período de perturbação da consciência provocada por tal alucinógeno.
Trombado = Sexo oral praticado na mulher.
Uma pedra = gíria portuguesa para dizer que aquilo a que nos referimos é muito bom, que é excelente.
Unha = gíria portuguesa para se referir a uma dose pequena de bebida, mormente, quando servida nas discotecas.

Vaipe= gíria usada por tóxico-dependentes que quer dizer: impulso.
Vir-se = chegar ao orgasmo. Corresponde à expressão brasileira "gozar".


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